Trazendo a Arca na PIBI em Belém/PA, dia 19/03/2010!

Trazendo a Arca na PIBI em Belém/PA
Ministério Trazendo a Arca  estará dia 19/03 na Primeira Igreja Batista em Icoaraci, Belém,PA.
Juntamente com o Ministério Vem com Tua glória, farão um evento, como tantos outros que a igreja tem, para alcançar vidas para o Senhor.
Trazendo a Arca é um grupo de música gospel brasileiro. Surgido em 2007, originou-se como uma dissidência do grupo Toque no Altar, principal grupo de louvor surgido na igreja evangélica Ministério Apascentar, em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro.
O projeto do grupo original se tornou de grandes proporções, após gravarem o primeiro álbum em 2003 – “Toque no Altar”. A partir de então passaram a ser conhecidos em todo território nacional vendendo mais de meio milhão de cópias, dando início a uma carreira com marcas expressivas.
Já no mês seguinte, lançaram um novo Cd – “Restituição” voltado apenas para uma campanha, e surpreendentemente alcançou recordes de vendas – mais de um milhão de cópias. Em 2005, foi lançado o disco Deus de Promessas, formado por faixas inéditas de estúdio e canções consagradas gravadas ao vivo. O álbum também garantiu vendagens acima de 500 mil cópias.
O último trabalho dos integrantes do Trazendo a Arca dentro do grupo Toque no Altar foi Olha Pra Mim, lançado em meados de 2007, após o cd “Deus de Promessas”.
No começo do ano de 2007, o grupo dissidente (com os principais integrantes do Toque no Altar em sua formação) passou a se chamar “Trazendo a Arca”. Com o amadurecimento sonoro e espiritual, a nova banda lançou o disco “Ao Vivo no Japão”, gravado no evento Aviva Japão, no ano 2007, e nesse mesmo ano, foi lançado o cd Marca da Promessa, que ultrapassou a marca de meio milhão de cópias vendidas em menos de um ano.
Em maio de 2008, a banda gravou o DVD Ao Vivo no Maracanãzinho, lotando o ginásio que faz parte do complexo esportivo do Maracanã, no Rio de Janeiro. Os ingressos se esgotaram em cinco dias. Junto com o DVD, foi lançado 2 cd´s: O T.A Maracanãzinho Ao Vivo Volume 1 e Volume 2, com as músicas do DVD.
Considerado atualmente como um dos grandes ícones da música gospel brasileira, o Trazendo a Arca ficou conhecido mundialmente pelos trabalhos realizados em sua breve trajetória, entre eles, o CD ao vivo no Japão. As músicas do grupo são feitas de belas harmonias e, com um estilo musical único, a banda já atravessou as fronteiras do Brasil e conquistou corações do mundo inteiro, com melodias originais e letras que permeiam a alma e levam a análises profundas do ser.
Em junho de 2009, o grupo lançou seu mais novo trabalho, o CD Pra Tocar no Manto. A Música Pra Tocar no Manto, fez muito sucesso, além de outras músicas desse álbum, como “Dono das Estrelas”, “Caminho de Milagres” (A Aline Barros já havia greavado esta canção), “Serás Sempre Deus”, “Yeshua”, entre outras.
Em dezembro de 2009, foi lançado o 1º cd temático do Trazendo a Arca, “Salmos e Cânticos Espirituais”, além de algo novo: Verônica Sacer cantando uma canção sozinha, além de sucessos como “Em Ti Esperarei”, “Preparado Está”, entre outros.

 
A PIBI fica na TV. Lopo de Castro(antiga Cristóvão colombro), 436 no distrito de Icoaraci em Belém/PA
Anúncios

Neste Carnaval de 2010, Pregue a Palavra de Deus em tempo e fora de tempo!

“Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino” (2 Timóteo 4:2). …


CARNAVAL
Segundo definição genérica, o carnaval é uma festa popular coletiva, que foi transmitida oralmente através dos séculos, como herança das festas pagãs realizadas a 17 de dezembro (Saturnais – em honra a deus Saturno na mitologia grega.) e 15 de fevereiro (Lupercais – em honra a Deus Pã, na Roma Antiga.). Na verdade, não se sabe ao certo qual a origem do carnaval, assim como a origem do nome, que continua sendo polêmica.Alguns estudiosos afirmam que a comemoração do carnaval tem suas raízes em alguma festa primitiva, de caráter orgíaco, realizada em honra do ressurgimento da primavera. De fato, em certos rituais agrários da Antigüidade, 10 mil anos A.C., homens e mulheres pintavam seus rostos e corpos, deixando-se enlevar pela dança, pela festa e pela embriaguez.

Originariamente os católicos começavam as comemorações do carnaval em 25 de dezembro, compreendendo os festejos do Natal, do Ano Novo e de Reis, onde predominavam jogos e disfarces. Na Gália, tantos foram os excessos que Roma o proibiu por muito tempo. O papa Paulo II, no século XV, foi um dos mais tolerantes, permitindo que se realizassem comemorações na Via Lata, rua próxima ao seu palácio. Já no carnaval romano, viam-se corridas de cavalo, desfiles de carros alegóricos, brigas de confetes, corridas de corcundas, lançamentos de ovos e outros divertimentos.

O baile de máscaras, introduzido pelo papa Paulo II, adquiriu força nos séculos XV e XVI, por influência da Commedia dell’Arte. Eram sucesso na Corte de Carlos VI. Ironicamente, esse rei foi assassinado numa dessas festas fantasiado de urso. As máscaras também eram confeccionadas para as festas religiosas como a Epifania (Dia de Reis). Em Veneza e Florença, no século XVIII, as damas elegantes da nobreza utilizavam-na como instrumento de sedução.

Na França, o carnaval resistiu até mesmo à Revolução Francesa e voltou a renascer com vigor na época do Romantismo, entre 1830 e 1850. Manifestação artística onde prevalecia a ordem e a elegância, com seus bailes e desfiles alegóricos, o carnaval europeu iria desaparecer aos poucos na Europa, em fins do século XIX e começo do século XX.

Há que se registrar, entretanto, que as tradições momescas ainda mantêm-se vivas em algumas cidades européias, como Nice, Veneza e Munique.


 

Etmologia da Palavra
Assim como a origem do carnaval, as raízes do termo também têm se constituído em objeto de discussão. Para uns, o vocábulo advém da expressão latina “carrum novalis” (carro naval), uma espécie de carro alegórico em forma de barco, com o qual os romanos inauguravam suas comemorações. Apesar de ser foneticamente aceitável, a expressão é refutada por diversos pesquisadores, sob a alegação de que esta não possui fundamento histórico.Para outros, a palavra seria derivada da expressão do latim “carnem levare”, modificada depois para “carne, vale !” (adeus, carne!), palavra originada entre os séculos XI e XII que designava a quarta-feira de cinzas e anunciava a supressão da carne devido à Quaresma. Provavelmente vem também daí a denominação “Dias Gordos”, onde a ordem é transgredida e os abusos tolerados, em contraposição ao jejum e à abstenção total do período vindouro (Dias Magros da Quaresma).
Posição da igreja evangélica no período do carnaval

Seja no Egito, Grécia ou antiga Roma, onde se cultua, respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, sempre notaremos bebedeira desenfreada, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.

Traçando o perfil do século XXI, não é possível isentar a Igreja evangélica deste movimento histórico. Então qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o costume de muitas igrejas? Devemos por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a oportunidade para a evangelização?Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento?

Cremos que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da Igreja de Deus nasce de princípios estreitamente ligados ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é santo.

Há quem justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então: será que deveríamos freqüentar boates gays, sessões espíritas e casas de massagem, a fim de conhecer melhor a ação do diabo e investir contra ela? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?
No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que o originaram, continuamos vendo, imoralidade, promiscuidade sexual e bebedeira.
Como cristãos não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus Romanos 8.5-8; I Co. 6.20).

 

Evangelismo ou retiro espiritual?
A maioria das igrejas evangélicas hoje tem sua própria opinião quanto ao tipo de atividade que deve ser realizada no período do carnaval.Opinião, esta que, baseia-se em parte na teologia que cada uma delas prega. Este fato é que normalmente justifica sua posição. A saber: enquanto umas participam de retiros espirituais, outras, no entanto, preferem ficar na cidade durante o carnaval com o objetivo de evangelizar os foliões.

Primeiramente, gostaríamos de destacar que respeitamos as duas posições, pois cremos que os cristãos fazem tudo por amor com a intenção de ganhar almas para Cristo, edificando seu Corpo. Entendemos também o propósito dos retiros espirituais: momentos de maior comunhão com o Senhor. Muitos crentes tem sido edificados pela pregação da Palavra e atuação do Espírito Santo nos acampamentos das igrejas.

Todavia, a oportunidade de aproveitarmos o carnaval para testemunhar é pouco difundida em nosso meio.

Em meio à pressão provocada pelo mundo, a igreja deve buscar estratégicas adequadas para posicionar-se à estas mudanças dentro da Bíblia, e não dentro de movimentos contrários a ela. A Bíblia é a fonte, e não fatores externos.

Cristãos de todos os lugares do Brasil possuem opinião diferente s a este respeito de maneira adequada para evangelização no período do carnaval. Mas devemos notar que Cristo nunca perdeu uma oportunidade para pregar.

Partindo deste princípio não podemos deixar de levar o evangelho não importando o momento.

Assim devemos lançar mão da sabedoria que temos recebido do Senhor e optar pela melhor atividade para nossa igreja nesse período tão sombrio que é o carnaval.

 
Eu, Nilson Marcos, continuo na mesma idéia de sempre: Evangelizar no carnaval e numa outra época, fazer o retiro da Igreja para edificação do Corpo de Cristo mas, em todo caso se tiver que fazer “retiro espiritual” da Igreja que seja apenas com crianças e juniores e mandava os adolescentes e jovens para as ruas debaixo de uma liderança, para evangelizar com distribuição de folhetos, pregações, com louvor arte. As vezes tenho a impressão de que a igreja não quer mais ter trabalhos e gostou de bancos confortáveis e e de palavras de prosperidades. Isso até eu quero mas, encontrei isso aqui também : (MT 11:12) “Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”.

 
Shalom Adonai!!
Bibliografia:

Neste Carnaval de 2010, Pregue a Palavra de Deus em tempo e fora de tempo!

“Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino” (2 Timóteo 4:2). …


CARNAVAL

Origem Histórica
Segundo definição genérica, o carnaval é uma festa popular coletiva, que foi transmitida oralmente através dos séculos, como herança das festas pagãs realizadas a 17 de dezembro (Saturnais – em honra a deus Saturno na mitologia grega.) e 15 de fevereiro (Lupercais – em honra a Deus Pã, na Roma Antiga.). Na verdade, não se sabe ao certo qual a origem do carnaval, assim como a origem do nome, que continua sendo polêmica.

Alguns estudiosos afirmam que a comemoração do carnaval tem suas raízes em alguma festa primitiva, de caráter orgíaco, realizada em honra do ressurgimento da primavera. De fato, em certos rituais agrários da Antigüidade, 10 mil anos A.C., homens e mulheres pintavam seus rostos e corpos, deixando-se enlevar pela dança, pela festa e pela embriaguez.

Originariamente os católicos começavam as comemorações do carnaval em 25 de dezembro, compreendendo os festejos do Natal, do Ano Novo e de Reis, onde predominavam jogos e disfarces. Na Gália, tantos foram os excessos que Roma o proibiu por muito tempo. O papa Paulo II, no século XV, foi um dos mais tolerantes, permitindo que se realizassem comemorações na Via Lata, rua próxima ao seu palácio. Já no carnaval romano, viam-se corridas de cavalo, desfiles de carros alegóricos, brigas de confetes, corridas de corcundas, lançamentos de ovos e outros divertimentos.

O baile de máscaras, introduzido pelo papa Paulo II, adquiriu força nos séculos XV e XVI, por influência da Commedia dell’Arte. Eram sucesso na Corte de Carlos VI. Ironicamente, esse rei foi assassinado numa dessas festas fantasiado de urso. As máscaras também eram confeccionadas para as festas religiosas como a Epifania (Dia de Reis). Em Veneza e Florença, no século XVIII, as damas elegantes da nobreza utilizavam-na como instrumento de sedução.

Na França, o carnaval resistiu até mesmo à Revolução Francesa e voltou a renascer com vigor na época do Romantismo, entre 1830 e 1850. Manifestação artística onde prevalecia a ordem e a elegância, com seus bailes e desfiles alegóricos, o carnaval europeu iria desaparecer aos poucos na Europa, em fins do século XIX e começo do século XX.

Há que se registrar, entretanto, que as tradições momescas ainda mantêm-se vivas em algumas cidades européias, como Nice, Veneza e Munique.


Etmologia da Palavra
Assim como a origem do carnaval, as raízes do termo também têm se constituído em objeto de discussão. Para uns, o vocábulo advém da expressão latina “carrum novalis” (carro naval), uma espécie de carro alegórico em forma de barco, com o qual os romanos inauguravam suas comemorações. Apesar de ser foneticamente aceitável, a expressão é refutada por diversos pesquisadores, sob a alegação de que esta não possui fundamento histórico.

Para outros, a palavra seria derivada da expressão do latim “carnem levare”, modificada depois para “carne, vale !” (adeus, carne!), palavra originada entre os séculos XI e XII que designava a quarta-feira de cinzas e anunciava a supressão da carne devido à Quaresma. Provavelmente vem também daí a denominação “Dias Gordos”, onde a ordem é transgredida e os abusos tolerados, em contraposição ao jejum e à abstenção total do período vindouro (Dias Magros da Quaresma).

Posição da igreja evangélica no período do carnaval
Como pudemos observar, o carnaval tem sua origem em rituais pagãos de adoração a deuses falsos. Trata-se, por, isso de uma manifestação popular eivada de obras da carne, condenadas claramente pela Bíblia.

Seja no Egito, Grécia ou antiga Roma, onde se cultua, respectivamente, os deuses Osíris, Baco ou Saturno, ou hoje em São Paulo, Recife, Porto Alegre ou Rio de Janeiro, sempre notaremos bebedeira desenfreada, danças sensuais, música lasciva, nudez, liberdade sexual e falta de compromisso com as autoridades civis e religiosas.

Traçando o perfil do século XXI, não é possível isentar a Igreja evangélica deste movimento histórico. Então qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Devemos sair de cena para um retiro espiritual, conforme o costume de muitas igrejas? Devemos por outro lado, ficar aqui e aproveitarmos a oportunidade para a evangelização?Ou isso não vale a pena porque, especialmente neste período, o deus deste século lhes cegou o entendimento?

Cremos que a resposta cabe a cada um. Mas, por outro lado, a personalidade da Igreja de Deus nasce de princípios estreitamente ligados ao seu propósito: fazer conhecido ao mundo um Deus que, dentre muitos atributos, é santo.

Há quem justifique como estratégia evangelística a participação efetiva na festa do carnaval, desfilando com carros alegóricos e blocos evangélicos, o que não deixa de ser uma tremenda associação com a profanação. Pergunta-se, então: será que deveríamos freqüentar boates gays, sessões espíritas e casas de massagem, a fim de conhecer melhor a ação do diabo e investir contra ela? Ou deveríamos traçar estratégias melhores de evangelismo?
No carnaval de hoje, são poucas as diferenças das festas que o originaram, continuamos vendo, imoralidade, promiscuidade sexual e bebedeira.
Como cristãos não podemos concordar e muito menos participar de tal comemoração, que vai contra os princípios claros da Palavra de Deus Romanos 8.5-8; I Co. 6.20).

Evangelismo ou retiro espiritual?
A maioria das igrejas evangélicas hoje tem sua própria opinião quanto ao tipo de atividade que deve ser realizada no período do carnaval.

Opinião, esta que, baseia-se em parte na teologia que cada uma delas prega. Este fato é que normalmente justifica sua posição. A saber: enquanto umas participam de retiros espirituais, outras, no entanto, preferem ficar na cidade durante o carnaval com o objetivo de evangelizar os foliões.

Primeiramente, gostaríamos de destacar que respeitamos as duas posições, pois cremos que os cristãos fazem tudo por amor com a intenção de ganhar almas para Cristo, edificando seu Corpo. Entendemos também o propósito dos retiros espirituais: momentos de maior comunhão com o Senhor. Muitos crentes tem sido edificados pela pregação da Palavra e atuação do Espírito Santo nos acampamentos das igrejas.

Todavia, a oportunidade de aproveitarmos o carnaval para testemunhar é pouco difundida em nosso meio.

Em meio à pressão provocada pelo mundo, a igreja deve buscar estratégicas adequadas para posicionar-se à estas mudanças dentro da Bíblia, e não dentro de movimentos contrários a ela. A Bíblia é a fonte, e não fatores externos.

Cristãos de todos os lugares do Brasil possuem opinião diferente s a este respeito de maneira adequada para evangelização no período do carnaval. Mas devemos notar que Cristo nunca perdeu uma oportunidade para pregar.

Partindo deste princípio não podemos deixar de levar o evangelho não importando o momento.

Assim devemos lançar mão da sabedoria que temos recebido do Senhor e optar pela melhor atividade para nossa igreja nesse período tão sombrio que é o carnaval.




Eu, Nilson Marcos, continuo na mesma idéia de sempre: Evangelizar no carnaval e numa outra época, fazer o retiro da Igreja para edificação do Corpo de Cristo mas, em todo caso se tiver que fazer “retiro espiritual” da Igreja que seja apenas com crianças e juniores e mandava os adolescentes e jovens para as ruas debaixo de uma liderança, para evangelizar com distribuição de folhetos, pregações, com louvor arte. As vezes tenho a impressão de que a igreja não quer mais ter trabalhos e gostou de bancos confortáveis e e de palavras de prosperidades. Isso até eu quero mas, encontrei isso aqui também : (MT 11:12) “Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele”.

Shalom Adonai!!



Bibliografia:

Revista Defesa da Fé

APRENDENDO A LIDAR COM AS “PERDAS ESPIRITUAIS

“APRENDENDO A LIDAR COM AS “PERDAS ESPIRITUAIS”

“Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no Senhor Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os seus feitos” – Salmo 73:28.

Este, em minha opinião, é um dos versículos mais preciosos da Bíblia! Daqueles que precisamos decorar e repassar na mente, para jamais esquecer! Mas existem momentos na vida cristã, em que estamos muito mal e não fazemos uso dele.

Os problemas são tantos, as situações são tão desgastantes, que somos tentados a achar que NEM DEUS pode resolvê-las. Nosso “stress” é tão grande, que NÃO QUEREMOS estar junto a Deus, nem fazer dEle o nosso refúgio e MUITO MENOS pregar aos outros os feitos do Senhor, como diz o texto.

As origens dos abalos que sofremos, podem ser absolutamente humanas, mas nossa vida espiritual acaba sendo afetada. Sentimos que, como planta sem água, estamos ficando cada dia mais SECOS. E quando nos isolamos do Senhor, acumulamos PERDAS ESPIRITUAIS.

Alguns exemplos de perdas espirituais são: enfraquecimento na fé; fortalecimento de um espírito crítico contra os irmãos em Cristo; incapacidade de reconhecer os próprios erros; a raiz de amargura; desconfiança de que as promessas bíblicas sejam verdadeiras e possam ser realizadas; ao invés de termos a Deus como SOLUÇÃO dos problemas da vida, passamos a criticá-lO e culpá-lO por todo o mal que nos acontece.
A passagem bíblica acima, foi escrita por Asafe e representa o “final feliz” de um drama, relatado através do Salmo 73. Ele viveu uma crise pessoal e sem perceber cultivou suas perdas espirituais. Entretanto voltou-se para Deus, que amorosamente o acolheu. O salmista confessa que passou por momentos tão terríveis, que quase saiu do caminho dos que agem corretamente, para agir como os que vivem “mergulhados” na prática de coisas erradas.
A Palavra de Deus é maravilhosa, por mostrar a verdade nua e crua, pela qual passam seus escritores. Alguns deles descrevem momentos de “vitórias e triunfos” (p. ex.: Moisés libertando o povo das mãos do Faraó), mas outros passam por “abismos e derrotas” fantásticas (p. ex.: Davi e seu pecado com Bate-Seba), ainda que se arrependam e voltem à prática do que é certo !
O Criador quis que fossem registradas, tanto as experiências alegres, quanto as frustrantes. A verdade do que aconteceu, sem encobrir, sem esconder, sem dar a falsa idéia de que “os servos do Senhor não passam por problemas”. O testemunho dos escritores bíblicos, tem a função de comunicar que “a Graça do Senhor está disponível”, a seres humanos falhos e imperfeitos como nós.
É muito bom saber que mesmo sendo falhos, o Senhor se interessa por nós ! A Bíblia não foi escrita para quem se acha “perfeito e sem problemas”, pois foi o próprio Jesus que afirmou : “os sãos não precisam de médico”. Quem se acha tão bom, não caiu na realidade de que “TODOS carecem da Glória de Deus” !

QUAL FOI O PROBLEMA DE ASAFE?

Pode ser que você, em algum momento de sua vida, já tenha se identificado com o problema de Asafe. Ele estava furioso, por perceber que os ímpios (aqueles que não andam como Deus quer) tinham sucesso e prosperidade ; por sua vez, os que tinham coração puro (os que fazem a vontade do Senhor) acabavam sofrendo diariamente.

A descrição que Asafe faz destas pessoas ímpias é bem detalhada e creio que se aplicaria a muitas pessoas, nos dias de hoje. Eles eram :

Arrogantes (v. 3) – pessoas insolentes, atrevidas, que usam num mal sentido o orgulho e a altivez.

Soberbos (v. 6) – presunçosos, pois agiam como se estivessem sempre “acima dos mortais”.

Violentos (v. 6) – usavam a força, a coerção, o constrangimento físico e moral, a grosseiria, como prática normal de seu dia-a-dia (no trabalho, com a família etc). A passagem menciona “vestir-se com a violência”.

Maliciosos (v. 7, – pessoas de má índole, astutas, manhosas, que usavam de esperteza, para enganar os outros e levar vantagem.

Opressores (v. – causavam prostração, humilhação, coagindo, forçando outras pessoas para que fizessem o lhes interessava, de forma impositiva e ditatorial.

Maldizentes (v. 9) – isto é, amaldiçoavam, praguejavam, blasfemavam, ultrajavam tanto a Deus, quanto aos homens.

Apesar destas “qualidades”, sabem que RESULTADOS eles estavam conseguindo? Veja: não tinham tantas preocupações (v. 4) ; tinham corpos sadios (v. 4) ; não se cansavam por trabalhar demais, como as outras pessoas (v. 5) ; o povo em geral, sentia inveja e queria ser como eles (v. 10) ; acreditavam que poderiam enganar até mesmo a Deus (v. 11) ; despreocupados, continuavam aumentando a sua riqueza (v. 12).

O SENTIMENTO DE ASAFE

O que lemos acima é revoltante, não é mesmo? Creio que eu e você poderíamos ter reações parecidas com as de Asafe. Os vs. 13 a 16 mostram todo o seu desânimo e desapontamento :

“Será que foi à toa que eu me esforcei para não pecar e permanecer puro ? Vejam qual foi o resultado : sofrimento e problemas durante toda a vida ! Se eu tivesse realmente dito essas coisas, seria um traidor do povo de Deus. Mas realmente é muito difícil entender esse fato – o sucesso de pessoas que desprezam a Deus !” (Bíblia Viva).

Talvez possamos interpretar as dúvidas do salmista : “Será que eu PERDI meu tempo, confiando em Deus ?”, “Será que fui um IDIOTA, agindo corretamente durante toda a minha vida ?”, “O que eu ganhei obedecendo ao Senhor ?”, “Será que gastei minha vida INUTILMENTE andando nos caminhos de Deus ?”.

Asafe era reconhecido como um homem dedicado à adoração ao Senhor. O próprio Davi o tornou chefe do grupo que liderava o louvor (1Cr 16:4-5). Foi reconhecido até como vidente (2Cr 29:30). Sua vida tinha se tornado exemplo até para seus filhos, que seguiram seus passos e também se tornaram líderes na adoração (1Cr 25:1-2). Apesar de toda esta “folha corrida” de bons serviços prestados, aquelas dúvidas atormentaram até mesmo a este homem de Deus !

O salmista confessa que não podia nem mencionar estas dúvidas, pois temia ser mal interpretado, considerado um traidor ou herege, no meio de sua comunidade. Pressionado, ele só vê uma saída: CORRER PARA PERTO DE DEUS ! (v. 17 “até que entrei no santuário de Deus, e compreendi o destino dos ímpios”). Na presença do Senhor, ele honestamente ABRE O SEU CORAÇÃO e derrama todas as suas indignações e queixas !

Através dos versículos que se seguem e pela atitude demonstrada por Asafe em todo o Salmo, percebemos que ao entrar na presença de Deus, o Senhor lhe dá uma nova visão sobre o problema, sobre si mesmo e sobre deus.

UMA NOVA VISÃO SOBRE O PROBLEMA

Os vs. 18 a 20, mostram que o Senhor tranqüiliza ao salmista, quando mostra que O PECADO NÃO FICARÁ IMPUNE. Deus fará isso, porque Ele é JUSTO !
“Certamente os pões em terreno escorregadio e os fazes cair na ruína. Como são destruídos de repente, completamente tomados de pavor ! São como um sonho que se vai quando acordamos; quando te levantares Senhor, tu os farás desaparecer ” (NVI).

Inúmeras são as passagens, através de toda a Bíblia, em que o Senhor garante o Seu carinho pelos justos e o Seu desprezo pelos que insistem em promover o mal. Mas uma delas se destaca : 1Pe 3:12 – “Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor ESTÁ CONTRA aqueles que praticam males”.

A nova visão sobre o problema, que Deus dá a Asafe, mostra que:

TUDO o que os ímpios fazem, está sendo observado por Ele. Ninguém pode enganá-lO !

O Senhor não permitirá que o pecado fique impune, por causa da SUA JUSTIÇA.

A punição de Deus, virá quando nem os ímpios e nem os justos esperarem. Será de repente e quando Ele achar que é o tempo certo!

Como acontece em terrenos escorregadios, os ímpios vão TENTAR, mas não vão conseguir ficar em pé !

Ficarão apavorados e aterrorizados, com o castigo de Deus.

Os ímpios se acham tão poderosos, mas Deus se livrará deles TÃO FACILMENTE, quanto acordar de um sonho.

UMA NOVA VISÃO SOBRE SI MESMO

É bem provável, que o salmista tivesse um conceito próprio bem elevado. Afinal era um líder, reconhecido em sua área de atuação, como um dos melhores que existia. Sendo esta área a de “Adoração a Deus”, pode ter avaliado que entrar na presença do Senhor, mais uma vez, não lhe traria tantas novidades. Que engano ! Deus lhe daria uma nova visão sobre si mesmo !

Ao entrar na presença de Deus, Asafe encarou sua própria vida e achou-se em falta diante do Senhor. Os vs. 21 e 22, 2 e 3 revelam um pouco do que ele viu :

“Quando meu coração ficou revoltado contra Deus, as minhas emoções entraram em guerra dentro de mim; agi como um irresponsável, como um louco ignorante diante de Ti. (…) Eu quase tropecei e caí. Por pouco abandonei o caminho certo. Meu problema é que eu tinha inveja dos orgulhosos, vendo o sucesso e a felicidade dos maus” (Bíblia Viva).

Nesta nova visão sobre si mesmo, Deus revela que :

Não adianta reclamar do erro dos outros, sem antes sondar e reavaliar suas próprias atitudes.

Seu afastamento do Senhor, estava lhe causando um retrocesso como ser humano e como servo de Deus.

A decepção foi muito grande! Nem ele mesmo acreditava, que conseguiria agir de forma tão baixa, ao tornar-se um INVEJOSO dos que praticam o mal. Achou-se : IRRESPONSÁVEL, LOUCO e IGNORANTE. Algumas traduções usam as palavras INSENSATO, EMBRUTECIDO e IRRACIONAL (isso mesmo : um animal irracional !).

O objetivo de Deus, ao mostrar como estava o seu coração, não era “esmagar Asafe, por ser tão pecador”. O Senhor quis promover a oportunidade de ARREPENDIMENTO e RECONCILIAÇÃO com Ele. Este não é um privilégio oferecido apenas ao salmista : Deus sabe do potencial de seus filhos (até dos que caem) e anseia pela reconciliação com Ele. 1Jo 1:9 – “Se confessarmos os nossos pecados, Ele (Deus) é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.”

UMA NOVA VISÃO SOBRE DEUS

Ao entrar na presença do Senhor, Asafe começou a ter uma nova visão sobre Ele. Quem sabe o salmista já conhecesse a Deus, mas apenas de maneira litúrgica ou formal. O Criador quer ser íntimo daqueles que O temem (Sl 25:14 – “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança”).

Foi assim que Asafe começou a desfrutar da CERTEZA de que o Deus é bom, é fiel e manifesta amor, mesmo quando não percebemos isso ! Passou a RECONHECER que o Senhor esteve com ele, nos bons e nos maus momentos de sua vida. Convenceu-se de que não há NADA e NINGUÉM mais precioso que o Senhor !

“E apesar de tudo isso, Tu estavas sempre a meu lado, segurando bem firme a minha mão direita. Tu me guiarás com a tua sabedoria durante esta vida e depois me receberás ao teu lado, na glória. Quem mais, além de Ti, eu posso considerar como Deus ? Ninguém ! Aqui na terra, o que eu mais desejo é a tua presença. Minha saúde pode acabar, meu coração ficar doente, mas Deus é a fortaleza do meu coração. Ele é a minha eterna riqueza !” (Sl 73:23-26 – Bíblia Viva).

E foi neste contexto, em que o autor declarou : “Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no Senhor Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os seus feitos” – Sl 73:28.

E você, como está ? Sente-se sente SECO espiritualmente, como planta sem água ? Está acumulando ou cultivando suas próprias PERDAS ESPIRITUAIS ? Já é hora de mudar ! Faça como Asafe : CORRA PARA DEUS ! Entre na presença do Senhor, AGORA MESMO ! Ele vai acolhê-lo, cuidar dos seus temores e lhe dar UMA NOVA VISÃO sobre seus problemas, mostrando o caminho a seguir, sobre si mesmo para que você perceba o que precisa mudar e sobre Deus para que, ao conhecê-lO profundamente, não esqueça que Ele é a SOLUÇÃO e jamais o problema !

Chega de PERDAS! Desfrute das bençãos daqueles que são íntimos de Deus!

Publicado no site de Sérgio e Magali Leoto (http://www2.uol.com.br/bibliaworld/smleoto/workshop/lid030.htm)

Extraído do Site: http://www.ebdweb.com.br/

Sobre Mim.

Olá Pessoal! Meu nome é Nilson, sou Web Designer e Trabalho na Área Administrativa da Kayros Gerenciadora de webSites.

Toco alguns instrumentos sendo esses o violão, o baixo, bateria( sou baterista desde criança) e percursionista e ainda toco flauta e um pouco de teclados e dou aulas; ensino canto, violão e flauta para algumas pessoas tmb. Falo fluentemente o inglês e o espanhol, mas entendo bem o francês e um pouco de Hebraico tmb.

Esse é o meu Blog Oficial.

Aqui também serão editados atos e fatos sobre meu trabalho, estudos e pessoas da sociedade e daquelas com o qual trabalho e ainda, da minha querida Icoaraci.

Obrigado por sua visita, volte sempre que puder e não esqueça de comentar.

Deus abençoe!

Nilson Marcos [ mailto: nilsolnmarcos@hotmail.com]

Consultor em Tecnologia da Informação

UNIP – Universidade Paulista – Belém

OBS.: Vários dos estudos e Notícias aqui postados são também de outros Blogs de amigos então, de suas inteiras responsabilidades.

The internationalization of the Amazon Region

Brazilian Senator Cristovam Buarque gave a lecture in t New York University in 2000, after the lecture he was questioned about the internalization of the Amazon region. And, this is his answer:

“During a recent discussion, in the United States, someone asked my opinion regarding the internationalization of the Amazon Region. The youngster asserted that he expected a response of a humanist and not of a Brazilian.

This was the first time anyone had established the humanist viewpoint as the starting point for my response. In fact, as a Brazilian I would have responded simply against internationalization of the Amazon Region. Even if our governments have not given the attention that this treasure deserves, it is ours. I responded that, as a humanist, realizing the risk of environmental destruction that threatens the Amazon Region, I could imagine its internationalization, just as for everything else that is important to humanity.

If the Amazon Region, from a humanist΄s point of view, has to be internationalized, then we should internationalize the oil reserves of the entire the world as well. Oil is just as important to the well being of humanity as the Amazon Region for our future. Nevertheless, the owners of oil reserves feel it is in their right to increase or decrease oil production and to raise or lower the price. The rich of the world, feel they have the right to burn this valuable possession of humanity. Similarly, the financial capital of the wealthy nations should be internationalized. If the Amazon Region is a natural reserve for every human being, then it could not be burned down by the decision of a landowner or a country. To burn down the Amazon Region is so tragic, as the unemployment provoked by the arbitrary decisions of world wide speculators. We cannot permit that the world΄s financial reserves serve to burn down entire nations according to the whims of speculacion.

Before the (internationalization of the) Amazon Region, I would like to see the internationalization of all the world΄s great museums. The Lourve cannot belong only to France. Each museum in the world is a guardian for the most beautiful works produced by the human genius. It cannot be permitted that these cultural possessions, as the natural posession of the Amazon Region, can be manipulated or be destroyed according to the whims of an owner or a country. Recently, a Japanese millionaire decided to have a painting of a grand master burried with him in the grave. This painting should have been internationalized.

At the time of the meeting, in which this question came up, the United Nations convened the Forum of the Millennium and the presidents of several countries had difficulties in attending due to barriers (they faced) at the border. Therefore, I contend that New York, as the base of the United Nations, should be internationalized. At least Manhattan should belong to all of humanity. Similarly Paris, Venice, Rome, London, Rio de Janeiro, Brazilia, Recife, every city with its own beauty, its own history should belong to the whole world.

If the United States wants to internationalize the Amazon Region, due to the risk of leaving it in Brazilian hands, then we should internationalize all the nuclear stockpiles of the United States. Particularly since they have already shown that they are capable of using these weapons, causing a destruction thousands of times greater than the sad fires taken place in the Brazilian forests.

During their debates, the current U.S. presidential candidates have defended the idea of internationalizing the world forest reserves in exchange for the debt. We could begin to use this debt to guarantee the right of every child in the world to attend school. We could internationalize the children treating all of them, regardless of their birthplace, as a posession which deserves the care and attention of the entire world. Even more so than the Amazon Region. When the world leaders attend to the world΄s poor children as possessions of Humanity, they will no longer permit that these children work when they should be studying, that they die when they should be living.

As a humanist I accept to defend the internationalization of the world. So long as the world treats me as a Brazilian, I will fight so that our Amazon Region will be ours. Only ours.”

Text by Cristovam Buarque (Professor of Brasilia University, ex-governor of Brasilia, D.F. and Brazilian Senator). As reported in the Brazilian Daily O Globo on the 23rd of October, 2000.

(I found the translation on the following website: http://www.diaplous.org/amazo.htm)

Sobre a Internacionalização da Amazônia

ESSA CALOU OS AMERICANOS.!!! SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque: “De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. “Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. “Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.

O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.” “Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. “Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. “Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro. “Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. “Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. “Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

DIZEM QUE ESTA MATÉRI A NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.

Músicas belas, corações hipócritas!

“E ele (Jesus), respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Marcos 7.6).

No texto de Marcos 7.6, constatamos que os fariseus cometiam o pecado do legalismo. Isto quer dizer que eles substituíam com palavras e práticas externas as atitudes internas requeridas por Deus oriundas do “novo nascimento”. Eles falavam palavras sábias e agiam como pessoas justas, mas sua motivação não partia do desejo sincero de obedecer e agradar a Deus. Neste episódio, os fariseus foram chamados hipócritas, isto é, atores, fingidos religiosos, dissimulados. Era assim que Jesus freqüentemente os considerava.

Ainda nos falta sensibilidade e discernimento para detectarmos o terrível erro do legalismo dentro de nossas igrejas. Se olharmos atentamente para os nossos atos de adoração, constataremos sem empecilhos a presença de exageros, mentiras, declarações inconseqüentes etc. Um bom começo é olhar as músicas que estão sendo cantadas. Já foi dito que as canções que entoamos nos cultos são por demais fantasiosas. Muitas falam de coisas que dificilmente serão postas em prática. São promessas que não serão cumpridas, declarações que não são verdadeiras, pedidos que não representam a vontade de Deus etc. Vamos citar um clássico exemplo. Responda-me com sinceridade: Você poderia viver perfeitamente o que a música abaixo o força a prometer?:

Eu nunca desanimarei, Eu nunca deixarei de confiar em Ti, Sempre estarei em oração Senhor, Minha fé nunca será abalada…

Será que quando um cristão canta esta música, ele está ciente das lutas, tribulações e dúvidas que enfrentará? Será que o cristão continuará firme em oração até o final de seus dias? Será que manterá a promessa de persistir em oração por toda a sua vida? Outro exemplo:

Vivemos em total comunhão, Aqui não existe mágoa, rancor, tristeza, Porque somos totalmente unidos, No amor de Cristo…

Será que estamos preparados para entoar canções como estas em nossas igrejas, sem que um ou outro irmão cante de forma enganosa? Será que realmente não existe mágoa ou tristeza no Corpo de Cristo? Vivemos realmente em total comunhão?

Caro leitor, vale dizer que o problema maior não é as músicas que cantamos, mas a vida que levamos. Isto porque em muitas ocasiões nossa vida não sustenta as palavras que cantamos, ou o sermão que pregamos. É aí que mora o perigo; é aí que está o real problema.

Evidentemente creio que fazemos isto não porque desejamos conscientemente enganar a Deus. Contudo, às vezes falamos a Deus aquilo que achamos que ele quer ouvir, e não o que realmente está em nosso coração. Sem dúvida alguma isso é um tipo de engano. Por isso estes questionamentos acima são extremamente sérios e devem ser tratados com atenção e reflexão. Não estou dizendo que devemos parar de cantar tais tipos de músicas, mas digo que devemos ensinar e ajudar nossos irmãos a viverem os ensinamentos cristãos que estamos cantando.

Às vezes, quando cantamos, oramos ou pregamos, estamos fazendo promessas a Deus sem perceber. Contudo, muitas dessas promessas nunca serão cumpridas. Quantas delas já foram esquecidas? Neste ponto devemos tomar cuidado! Quando lemos o livro de Deuteronômio, vemos que Deus não se agrada deste tipo de atitude:

Quando fizeres algum voto ao Senhor teu Deus, não tardarás em cumpri-lo; porque o Senhor teu Deus certamente o requererá de ti, e em ti haverá pecado. (Deuteronômio 23.21)

O capítulo 30 de Números deixa claro que Deus requeria do seu povo o cumprimento das promessas feitas a Ele. Deus fez os israelitas verem a seriedade de um voto ou promessa, e mostrou que a falsidade, a mentira e a hipocrisia não têm lugar entre o Seu povo. Que esta lição possa valer para nós atualmente!

Um abração em Cristo Jesus
Ramon Tessmann
http://www.ramontessmann.com.br
ramon@vidanovamusic.com

A graça de Deus.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo: Ele nos abençoou com toda bênção espiritual, no céu, em Cristo.” (Efésios 1, 3)OgAAAL8qx1FNgCfh7oK8pUEt64Xakw75ZUCk7HJ8AuG8UvL_9WEVB6OZpNjBsqexk8fknz_IssSdR-S2nu1eu5ndplEAm1T1UB3QnFuax35XPw2kqkp-GC6auw_m

Com esse texto inicio meu agradecimento ao Senhor, por sua bondade para comigo e com as pessoas ao meu redor, pois somente Seu amor é capaz de nos confortar em tempos de tribulações.

Acometido, de uma enfermidade na garganta desde quarta-feira, 28/10/09, inflamação em dois lugares com excreção de sangue, que impossibilitou-me de levar adiante algumas reuniões e trabalhos extras na área de música e, por falar em música, estamos em Tabernáculos na PIBI, que é o nosso Natal, é onde comemoramos 7 dias de festas. Infelizmente não pude ir aos primeiros dias e  tive que paralisar algumas tarefas e bem assim, com as gravações do MVT por curto tempo.

Ficamos para iniciar na terça-feira, 03/11,  seguinte pela parte da noite, no Estudio Elion, se Deus permitir.

A propósito da tal enfermidade, houve inflamação na laringe e faringe mas, nada tão grave, contudo já medicado, espero poder voltar logo com os ensaios e aproveitar os convites de alguns irmãos aqui de Icoaraci, antes de ir para Belém(Centro). Levei ao conhecimento de meus pastores esse incidente.

Na verdade, preciso aprender um pouco com essa situação. Parei mais um pouco e passei a olhar um pouco mais pra mim. Não havia percebido o quanto é bom ser cuidado, amado e “paparicado” pelas pessoas que nos amam. Aleluiah! Todos nós precisamos ser amados, cuidados. Creio muito, que é Deus também, mostrando Seu cuidado por nós, não só na enfermidade mas, também quando estamos à sós.

Com a ajuda da Rocivana, minha real companheira e de minha futura sogrinha, tomando alguns remédios nada “saborosos”, parece que tudo fica azedo e sem gosto,(falando em comida) rsrrs. Aproveito o ensejo para dizer que devido ao ocorrido, ainda não será possível a Inscrição para a Escola de Música. Logo que possível, informaremos através do Site www.voltados.com/escola

Peço à vcs, que continuem orando pela minha saúde, família e ministério e que a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guarde o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus. (Fl-4:5)

Qualquer coisa, me adicionem no Twitter: www.twitter.com/nilsonribeiro7

Shalon Adonai!

Icoaraci – De Frente para o Sol!

Icoaraci é um distrito de Belém, capital do estado do Pará, distante aproximadamente 20km, possui cerca de 300 mil habitantes. Localiza-se próximo da Ilha de Marajó com quem mantém travessias diárias de balsa. Compreende os bairros Águas Negras, Agulha, Campina de Icoaraci, Cruzeiro, Maracacuera, Paracuri, Parque Guajará, Ponta Grossa, Tenoné. Seu núcleo original a partir do qual se expandiu, em forma de tabuleiro de xadrês, guarda os termos Travessa e Rua, essas últimas, chamadas popularmente de 1a, 2a, 3a e assim sucessivamente até a Sétima Rua.

Sua economia é baseada no Parque Industrial que abriga, atuando principalmente nos ramos de pesca, madeira, marcenaria e palmito. Mas Icoaraci se destaca mesmo como importante pólo de Artesanato em cerâmica, instalado precisamente no bairro do Paracuri onde se produz réplicas de vasos típicos de antigas nações indígenas principalmente Marajoara e Tapajônica a partir de peças catalogadas pelo Museu Emílio Goeldi.

 

O que garante ao lugar imensurável importância, sobretudo Cultural mais até do que econômica, não só para Belém ou para o Pará, mas para a região amazônica, já que também é lar de diversos Grupos Folclóricos de danças típicas (Asa-Branca, Vaiangá, Balé Folclórico da Amazônia,GECAM(Grupo de Expressões Culturais Art Marajoara) de músicos (Verequete, Nazaré Pereira) e do poeta Antônio Tavernard, que lá viveram, entre outros expoentes da arte amazônica que ainda lá vivem como Mestre Cardoso (ceramista), professora Etelvina (dança folclórica) ambos pioneiros na arte em que atuam.

 

Por sua estrutura de serviços com bancos, hospitais, fórum, cartório, supermercados, etc, Icoaraci mantém-se importante centro para onde converge pequenos municípios ribeirinhos e bairros próximos.

O turismo também tem resposta na ” Vila Sorriso”, com a exposição da cerâmica indígena na Praça São Sebastião, bem na orla banhada pela Baia de Guajará, onde o visitante é bem servido por um pólo gastronômico composto da típica culinária (tacacá, maniçoba, pato-no-tucupi) com destaque para a caldeirada com frutos dos rios amazônicos, seja nos restaurantes, nos quiosques que circundam a Praia do Cruzeiro ou uma simples água de côco no Pontão ao se apreciar o belo pôr do sol, sugestionado pelo próprio nome tupi Ico-araci (onde o sol repousa) ou (De frente para o sol) nesse recanto que é uma maravilha em segredo dos paraenses.

%d blogueiros gostam disto: