Sarah Sheeva na CCVP: “Para ser separado do sistema corrompido, tem que ser muito doido” Missionária esteve na Comunidade Cristã Vida Plena e falou à igreja sobre santificação e vida no Espírito Por Juliana Simioni – www.guiame.com.br No último final de semana, dias 3, 4 e 5 de julho, a Comunidade Cristã Vida Plena trouxe a ministração da missionária Sarah Sheeva. O evento foi organizado pelo Núcleo Jovem da CCVP e aberto a toda a igreja e visitantes. Sarah abordou temas como vida no Espírito, pureza sexual e santidade no altar. Filha primogênita de Baby do Brasil e Pepeu Gomes, foi a primeira em sua casa a converter-se ao Evangelho de Cristo. Cantora, deixou em 2003 o grupo que compartilhava com sua irmãs Nana Shara e Zabelê, o SNZ. Hoje, afirmando ser ainda muito mais “radical”, Sarah ministra em igrejas de todo o Brasil e é autora de dois livros: “Defraudação emocional”, no qual dá instruções de como escolher a pessoa certa para relacionar-se e evitar um casamento “encalhado”, e aponta costumes seculares que têm invadido os relacionamentos na igreja; e “Onde foi que eu errei?”, livro que trata o tema criação de filhos. Vida na alma e vida no Espírito (Sexta-feira) Sarah Sheeva mostrou a diferença entre o “crente de alma” e o “crente de espírito”. De acordo com a missionária, o “crente de alma”, ou “crente almático”, como ela o chama, é aquele que se relaciona com Deus segundo o que ele pensa e quer, as circunstâncias é que determinam o estado de espírito. Já o crente de espírito, relaciona-se com Deus de acordo com o que “sai da boca de Deus”, pela palavra de Deus.
Ao ministrar sobre o Espírito Santo, a missionária falou que o cristão deve ir à igreja preparado para “pagar mico pra Jesus” e se “descabelar na unção”. Segundo Sarah Sheeva por vergonha e medo de “pagar mico”, muitos crentes impedem o agir do Espírito Santo. Sarah entende que o inimigo tenta trabalhar na alma da pessoa para sugestionar seu querer, mas ele apenas sugestiona, não obrigando ninguém a pecar, a batalha é contra a própria vontade de cada um. Para a missionária, quando a pessoa frustra-se e pede socorro a Deus, Ele a livra dela mesmo. “Antes do pecado, o ser humano usava 100% do cérebro, e hoje usa apenas 5%”, disse Sarah, alertando sobre o cuidado do que pedir em nome de Jesus. Ela citou ainda Romanos 8:26: que diz que por não sabemos orar como convém Deus nos assiste na fraqueza e o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Em entrevista ao Guia-me, a missionária Sarah Sheeva explicou o que é santidade e como alcançar a santificação: “Santidade é relacionamento com Deus, Espírito Santo na sua vida. Santificação é um processo, primeiro vem a confissão – tem que ter confissão – depois o arrependimento, que não é remorso, é mudança de atitude. Quando você faz a coisa errada e derrama o seu coração, Ele derrama o Dele. Com a presença santa DEle, aí você é purificado. Santificação é isso, é você ser separado da sujeira, separado do pecado, separado do sistema corrompido e para isso você tem que ser ‘muito doido’, porque o mundo chama a gente de doido mesmo, o mundo vai te condenar, vai dizer que você é radical, mas eu não sou radical, radical é Jesus. Ou você é frio ou você é quente, é radical. Em João 12 diz que quem odiar a sua vida nesse mundo vai ganhar a vida eterna. Ele é radical, o resto é palhaçada. Se eu for comparar meu jeito, minha vida com Ele, eu sou frouxa. Ele é radical.” Sexo (imoralidade e pureza sexual). O que é ser livre? (Sábado) No segundo dia de ministração, Sarah Sheeva falou sobre pureza sexual, a missionária comenta que hoje o errado é ensinado como certo. “Muitas pessoas acreditam que após uma relação sexual sem nenhum compromisso é só tomar um bom banho e está tudo certo. Teoria do ‘lavou tá novo’”, brincou. “A relação sexual é um pacto de sangue, e no mundo espiritual um pacto de sangue é eterno, logo, ela não deve ser praticada antes do casamento”, apontou a missionária. Sarah afirmou que casais que mantém relações sexuais antes do casamento, vivem um relacionamento conjugal “frio” quando se casam. Para ilustrar, ela usou a seguinte metáfora: “A pessoa come bolo com sorvete antes do casamento e quando casa come jiló cru. Eu prefiro comer jiló cru por dois anos se for preciso, e bolo com sorvete para o resto da vida”. Sarah fazia referência ao fato de estar em abstinência sexual há quase 10 anos. Na ministração Sarah explicou que cada pessoa tem suas “prisões”, as tentações que fazem cair em pecado, como: prostituição, pornografia, drogas e relacionamentos sexuais. A missionária, que sofria de ninfomania (desejo sexual feminino obsessivo e recorrente), enfatiza que o diabo não oferece nada que não seja atraente, “ele oferece uma bandeja cheia das ‘prisões’ de cada um”. “A cada vez que dizemos não ao pecado, mesmo com dificuldade, somos fortalecidos no processo de santificação”, confirmou Sarah. A missionária afirmou que existe uma visão errada do que significa liberdade e apontou que nem mesmo Jesus pôde fazer tudo o que queria.”Ser livre não é fazer o que se quer. Ser livre é dizer não para o que te faz mal e sim para o que te faz bem. É aprender a negar a própria vontade e aceitar a vontade de Deus”, completou. Santidade no Altar.
Por que o louvor liberta? (Domingo) “O altar tem que ser o coração, onde eu morro para o que eu quero, que na maioria das vezes é ruim, e renasço para o que Deus quer”, disse Sarah Sheeva, em sua terceira ministração na Comunidade Cristã Vida Plena, que aconteceu no domingo, dia 5 de julho. Ela explanou sobre o tabernáculo e o lugar santíssimo. Segundo a cantora, quando entramos no santíssimo nos deixamos conhecer e somos santificados: “Quando você entra (no lugar santíssimo de intimidade com Deus) você não sabe, mas quando você sai, sabe que entrou”. Sarah perguntou aos presentes quem já tinha vivenciado a experiência de entrar no santíssimo, viver um momento de intimidade profunda e depois tentar explicar a alguém o que sentiu: “Não dá, é impossível viver algo no espírito e relatar com a alma”. A missionária contou a experiência de sua conversão, quando sozinha em seu quarto, ouviu a voz de Deus que a chamou pelo nome. Depois de muito tempo orando e chorando, Sarah contou que sentiu muita dor, seu diafragma havia subido e ela já não respirava direito. “Irmãos, Ele disse desse jeito: ‘Vou parar de falar, seu coraçãozinho não está aguentando’, mas eu não queria”, disse ela. E continuou a explicar que quando se sente a Glória de Deus, você esquece a dor: “O prazer de estar na presença de Deus é muito maior”. Sarah Sheeva também falou sobre pessoas que “comem do mundo e comem do altar”, ou seja, pessoas aparentemente convertidas que exercem atividades na igreja, mas praticam atitudes que não condizem com a palavra de Deus. “Não adianta fazer evangelismo se não estamos firmes. Se estivermos em santidade, evangelizamos por nossa conduta. O que você faz fala mais alto”, afirmou. Para a missionária, o altar é a linha de frente da batalha, é aonde o ataque vai primeiro.Ela falou sobre a brecha que uma pessoa abre ao subir ao altar em pecado e a legalidade que isso dá ao diabo. “No momento em que subo no altar, o inferno me conhece de outra forma, fico individualmente marcada, como se fizesse uma placa: Procura-se”, acrescentou Sarah. Aprender a ser sal Quando saiu da banda SNZ, na qual cantava com as irmãs Nana Shara e Zabelê, Sarah contou que por ter escolhido largar o assédio da mídia, a fama, algumas pessoas disseram que ela seria “ninguém”. Chorando, ela respondeu que se fosse para ser “ninguém”, seria “ninguém por Jesus”. Sarah reiterou que os crentes devem ser como o sal que, misturado à comida, ninguém vê ou elogia: “Mas ele está ali dando sabor, fazendo a diferença”. Por que o louvor liberta? Sarah Sheeva fala também sobre louvor. Ela contou que teve uma visão sobre a música, que é uma criação de Deus para que o adoremos: “Hoje, a maior parte das músicas não são de adoração ao Senhor. E as músicas mundanas estão contaminando até o povo de Deus”. A missionária fala que ao entrar em uma loja de CD’s o que deveria acontecer é vermos as seguintes prateleiras: rock gospel, música clássica gospel, reggae gospel, black gospel, e ao fundo da loja, em uma única prateleira, um ou outro CD de música secular. “Mas na realidade é ao contrário”, afirmou. O cantor Gilson Campos, ex-integrante da banda Twister, esteve presente na ministração de domingo e com um testemunho pessoal na área da música, falou brevemente ao Guia-me sobre alimentar-se do mundo e do Altar: “Temos que estar realmente firmados na Palavra, porque como diz a Bíblia, não há como da mesma fonte jorrar água doce e água salgada.
Então, se você toma a decisão de ir para o mundo e dizer que tudo bem, eu posso ouvir música do mundo, não vai dar nada, pode acarretar conseqüências. A pessoa pode não ver, mas com pequenas brechas, assim como um vaso, com uma pequena ‘trinquinha’, vai indo, vai indo, até que se quebra, e aí vem as conseqüências. Eu aconselho vocês a se alimentarem somente do altar de Deus, somente do pão da vida que é o Senhor Jesus Cristo, da palavra que liberta. O Senhor livrou-me do dia para noite das bebidas, eu era totalmente problemático, tinham espíritos que queriam minha vida, levavam-me para destruição. A palavra de Deus mudou a minha vida, o nome de Jesus Cristo mudou-me por completo e eu tomei essa decisão, só alimentar-me com aquilo que é de Deus e não me contaminar com aquilo que é do mundo”. Testemunhos O jovem Igor Bastos, membro da CCVP, relata a experiência dos três dias de ministração: “Já vinha orando a Deus, pedindo para que tivesse experiências com Ele, e nestes três dias de congresso Deus atendeu o meu pedido.No primeiro dia eu comecei a ser visitado pelo Espírito Santo e no domingo eu fui batizado. Foi o começo de uma renovação espiritual em minha vida”. Ao final do congresso, o pastor da Comunidade Cristã Vida Plena, José Roberto Freschi de Oliveira, agradeceu à missionária Sarah Sheeva e comentou que apesar de já ter ouvido diversas vezes sobre os temas tratados, nunca havia participado de uma ministração com tanta clareza.
Escrito por: Juliana Simioni
Ufa! Estamos aqui. Trabalhando muito em nosso novo cd, novo por que já existia um outro porém, nunca lançado. Todo o pessoal do Voltados está se emprenhando em fazer o melhor para o Senhore com isso tudo Deus tem nos abençoado muito esses dias. Semana passado, estivemos no Studio Music, do nosso amigo e produtor musical Carlos Nunes, vimos uns trabalhos excelentes, quanta qualidade! O Carlinhos, como o chamamos, super gente fina, nos deu alguns conselhos na área de música e foi muito legal.
Tamanho nem sempre fala em saúde.
Num dia em que a igreja é muita parecida com o mundo, até o ponto em que você mal pode ver a diferença e aonde o filho pródigo nunca saiu de casa, nós temos a necessidade muito grande de avivamento. Muitas vezes “achamos” que alguém é crente só para descobrir mais tarde que ele não é. O que é esse negócio de “achar”? Para onde foram os dias em que nós sabíamos quem era crente e quem não era? O problema está numa igreja que professa o seu amor por Jesus, enquanto possui muitos outros amados. A igreja está, de muitas maneiras, namorando com o mundo. Ela é o filho pródigo que nunca saiu de casa. É como Jesus falou em Mateus 15:8, “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” Esse povo fala todas as palavras certas, mas é só papo furado. Eles amam os seus pecados mais do que a mim. Isso não descreve como é a igreja de hoje em dia, filhos e filhas pródigos que nunca saíram de casa? Filhos e filhas pródigos que honram Deus porque é a “coisa certa” a se fazer, mas seus corações estão longe. Filhos que de dia fazem tudo o que lhes é requisitado, mas de noite saem pela janela do seu quarto para curtir o que os seus corações desejam. O que é pior: o caso do filho que saiu de casa e mais tarde voltou arrependido ou o do filho que nunca saiu de corpo, mas o seu coração nunca voltou? Como Deus odeia religião. E isso nada mais é do que aquele espírito morto de religião. Você pode perceber o cheiro de carne apodrecendo dos numerosos crentes de quem Ele falou, “Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim.” E por esta razão, eu declaro que precisamos de avivamento desesperadamente. As moscas estão se congregando na porta da casa de Deus. E assim nós embarcamos numa jornada de muita contenção. Avivamento, por uma razão ou outra, é a fonte de muitas discussões hoje em dia. Muitos estão hesitantes de até usar a palavra avivamento pelo medo de serem vistos como fanáticos ou, pior ainda, heréticos. Então eu ponho a questão, “Deus ainda faz avivamento?” Podemos esperar ou até ter uma expectativa de grandes avivamentos? Você pode imaginar centenas… não, milhares de pessoas se ajuntando em nenhum lugar particular simplesmente para buscar a face de Deus? Você pode imaginá-los saindo renovados, desafiados, mais apaixonados, e com uma realização maior de sua responsabilidade de ganhar os perdidos? 2 Crônicas 7:14 fala, “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” Se este versículo não está falando de avivamento, então eu não sei do que está. 

As dificuldades que um dirigente de louvor confronta enquanto está conduzindo o povo na adoração congregacional são inúmeras. Dentre as mais corriqueiras e mais discutidas entre os líderes e dirigentes está a excessiva preocupação com a aprovação e agrado dos homens no que diz respeito a sua performance. Na verdade, alguns expõem que a dificuldade está no fato de que nos prendemos demais naquilo que nossos olhos enxergam (o povo, o homem) e esquecemos de adorar “em espírito e em verdade” (ou seja, não dirigimos o louvor a Deus, mas ao povo).
Olá pessoal! Tudo bom?!!!
O Fórum Social Mundial se caracteriza também pela pluralidade e pela diversidade, tendo um caráter não confessional, não governamental e não partidário. Ele se propõe a facilitar a articulação, de forma descentralizada e em rede, de entidades e movimentos engajados em ações concretas, do nível local ao internacional, pela construção de um outro mundo, mas não pretende ser uma instância representativa da sociedade civil mundial. O Fórum Social Mundial não é uma entidade nem uma organização. 




Algumas pessoas me questionam a respeito do Orkut e Outras opinam sobre o que nem conseguem explicar, mas acho isso tudo engraçado, até certo ponto.
